Última atualização em Seg, 23 de Novembro de 2009 19:31 Escrito por VITORIO Seg, 23 de Novembro de 2009 14:15
PROGRAMA
DE PÓS GRADUAÇÃO
A
IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA PARA A EDUCAÇAO DE JOVENS E ADULTOS NO MUNICÍPIO DE
JUINA MT NO 1° TRIMESTRE NO ANO DE 2009.
2009
A EDUCAÇÃO DE
JOVENS E ADULTOS NO MUNICÍPIO DE JUÍNA DO ESTADO DE MATO GROSSO
RESUMO:
Este artigo visa identificar a metodologia utilizada e promover uma melhor
compreensão sobre a inclusão social e inserção no mercado de trabalho de
Jovens e Adultos que não tiveram acesso a educação na idade adequada, bem como
oportunizar situações para que esta parcela da população construa sua cidadania
através do ingresso e da qualificação profissional, por intermédio da
escolarização, realizado a analise e debate das causas que levam os Jovens e
Adultos a sentirem-se desestimulados a continuar o processo de
ensino-aprendizagem culminando com sua desistência escolar, investigar e
diagnosticar as metodologias utilizadas na Educação de Jovens e Adultos do Ceja
Alternativo localizado no município de Juina MT. E propor algumas medidas
metodológicas adequadas para a Educação de Jovens e Adultos do Ceja Alternativo
no município de Juina – MT.
PALAVRAS-CHAVE:
A Importância da Metodologia para a Educação de Jovens e Adultos, no município
de Juína- MT.
CONTEXTO DA EJA NO BRASIL E NO MUNICÍPIO DE
JUINA
A Educação de Jovens e Adultos apresenta-se como um importante segmento de atuação tendo em vista o enorme contingente de pessoas que não teve oportunidade de acesso a um nível de escolaridade em idade dentro dos padrões mínimos aceitável para o ingresso no ensino regular.
A Educação de Jovens e Adultos (EJA), em outros tempos estava alicerçada na modalidade de ensino que visava suprir a deficiência existente na época, mais conhecida como Ensino Supletivo, além de outras formas alternativas, cujo intuíto era dar continuidade a educação.
Portanto, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) até os dias atuais
apresenta de forma deficitária em seu atendimento a grande clientela existente,
no sistema educação nacional, detectamos muitos projetos que já foram
desenvolvidos,
Mesmo assim, todas essas iniciativas não foram suficientes para suprir essa problemática educacional nacional, que em razão da baixa oferta de escolaridade e dos altos índices de evasão e repetência do ensino regular detectaram a necessidade de medidas contínuas neste segmento educacional, ou seja, a Educação de Jovens e Adultos, pois, verificamos que neste segmento ha indícios de uma educação tradicional, que até então marginalizava e excluía uma parcela de alunos com a aplicação de métodos ultrapassados e conteúdista em forma de fragmentos desvinculados da realidade dos educandos.
A realidade das salas de aulas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) encontram-se na sua grande maioria em descompasso ou até mesmo fora do conhecimento do professor, pois acredita que os alunos não aprendem porque não tem vontade de aprender, assim jogando a culpa da falta de interesse nos alunos sem refletir acerca da realidade que envolve esta problemática, cujo objeto vem detectar os verdadeiros motivos envolvendo o procedimento e até mesmo sua aplicabilidade, quando este pode estar no processo ensino-aprendizagem e na relação professor-aluno, pelo fato do mediador não conhecer a realidade da clientela da Educação de Jovens e Adultos.
De acordo com Freire (1988) a saída para a condição opressora está no processo educativo problematizador que possibilita ao homem refletir sobre sua realidade oprimida e buscar através do diálogo constante com seus pares superar a contradição que desarmoniza; e a superação envolve o homem que está no mundo e com o mundo, participando ativamente no processo de construção social. Neste sentido o autor cita que a Educação Bancária é aquela em que o educador-pai se situa como o indivíduo que sabe e tem função social de depositar no educando - filho que não sabe seus conhecimentos, idéias, valores, normas ou regras de conduta e aptidões de forma evidentemente passiva, mesmo quando disfarçada na educação formal, por métodos instrucionais “participativos em si mesmos”, como seminários, grupos de discussão, estudo dirigido ou instrução programada.
A concepção bancária de educação contribui para a formação do ser passivo que jamais questiona seu mundo, porém o rompimento com este modelo de educação deve ser de luta, pois o homem deve construir seu ser a partir de comprometimento na luta pela problematização da realidade.
A educação concebida com objetivo de dominação tem contribuído para a formação e cristalização da consciência ingênua do homem, a educação problematizadora é compreendida com a mudança, e nesse instante Freire afirma: “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si mediatizados pelo mundo”.
Deve ser considerada a carga de conhecimentos que o aluno jovem e adulto traz para a sala de aula, portanto cabe ao professor trabalhar metodologias adequados com o intuíto de contribuir no processo alfabetizador, tendo como ponto de partida a própria vivência desses educandos, bem como a classe social em que o mesmo está inserido, objetivando a ampliação e o reconhecimento dos saberes adquiridos pelos mesmos em seu cotidiano.
Portanto, ao partimos desta premissa, cujo valoramento total acerca do desenvolvimento físico e intelectual do aluno subsidiado em sua experiência de vida, tornam o adulto um ser com grandes perspectivas de atingir seus objetivos ao beneficiar-se no contexto da sociedade, quer seja no trabalho, na família, ou até mesmo tendo uma participação ativa no segmento social e político, fator este que o conduz para a busca de sua realização plena como ser individual e social.
O processo educativo encarrega-se de concluir o acabamento do homem devido ele construir-se num ser histórico que é capaz de mudar o mundo através das problematizações que realiza a partir da relação dialética que mantém esta concepção educativa, pautada no diálogo. É o que Freire (1988, p. 99) defende no sentido de oferecer ao homem um quadro compreensivo de suas relações no mundo.
Portanto, o comprometimento de cada um de nós, educadores ou não, é reconhecer nosso papel enquanto sujeito da práxis, problematizando o cotidiano descrito na realidade. É nessa consciência de mundo que ao refletir sobre si mesmo, o homem se descobre e age em favor de mudanças.
E neste contexto vislumbramos a possibilidade de trabalharmos no interior
da sociedade de forma a despertar o interesse de seus membros para a
importância da leitura e da escrita fazendo uso de todos os procedimentos
possíveis e plausíveis visando um trabalho inovador que crie um ambiente
motivador propiciando ao educando um clima satisfatório na construção do
conhecimento e que este seja utilizado no seu cotidiano. Pois, A educação é uma
ação intransitiva, onde o educador não pode transformar a outro que não esteja
se transformando no próprio trabalho de ensinar. Por isso é que ele, ao
ensinar, aprende. E neste contexto de constante transformação muitas são as
perspectivas cabendo professor/ mediador a tarefa auspiciosa de encontrar o
caminho adequado onde o ensinar e aprender venham ao encontro das necessidades
desta clientela de jovens e adultos que em tempos propícios a construção do seu
conhecimento ficaram impossibilitados de freqüentar os bancos escolares, sendo
que é precisamente aqueles que mais necessitam de educação, são os que menos se
beneficiam dos programas pelo fato, de modo geral, quanto mais baixo é o
nível de instrução e sua condição profissional modesta, menos esta pessoa é motivada
para prosseguir sua educação desde que atingiu a idade adulta. Pois, o
conhecimento é condição de inserção do homem no social para que aí, junto com,
associado com, opere mudanças que visem o desenvolvimento humano pleno.
A modalidade de Educação de Jovens e Adultos em Juína, teve início no ano de 1980, quando ainda era tratada de Educação Supletiva. A partir de 1986 foi criado o NES – Núcleo de Educação Supletiva. Vinculado ao Centro de Estudos Supletivos em Cuiabá.
Em 1988 já em sede própria foi implantado o Núcleo de Educação Permanente (NEP), dando maior autonomia para o atendimento desta modalidade.
Em l 992, depois de uma avaliação dos cursos implantados, foi criada a unidade escolar com denominação: Escola Estadual de Suplência de I e II Graus Alternativa, que posteriormente passou a denominar: Escola Estadual Alternativa.
Depois de muita luta e mobilização junto às autoridades políticas e educacionais a Escola recebeu um novo e moderno prédio, para o qual mudou-se em junho de 2007.
Em janeiro de 2008 através do Decreto nº. 1123/2008 a Escola Estadual Alternativa foi extinta e em seu lugar criado o Centro de Educação de Jovens e Adultos Alternativo cuja metodologia e atribuições estão sendo implantadas com apoio da SEDUC e esforço de toda Equipe.
O Centro de Educação de Jovens e Adultos “Alternativo” conta hoje com uma nova estrutura e metodologia arrojada que tem como pretensão, ser um espaço democrático, capaz de atender os alunos – jovens e adultos, em suas necessidades e possibilidades, e desta forma, reduzir os índices de evasão escolar que insiste em manter-se alto desde 2000, sendo esse um dos maiores desafios da educação de jovens e adultos em nossa cidade. Temos como pretensão ainda mais ampla, desenvolver uma educação que garanta a qualidade do ensino.
O CEJA Alternativo está localizado na Avenida: Loderites Correa da Rosa
S/Nº, módulo 04, Juína/MT e atendemos diversas Comunidades: Bairro São José
Operário, Bairro Modulo – 05, Bairro Palmiteira, Bairro Módulo 06, Bairro Padre
Duílio, Bairro Módulo 03, Bairro Setor Industrial e Setor Chácaras, muitos
alunos caminham
Contamos hoje com 1750 alunos matriculados em 42 turmas na Educação Básica, nos três turnos (matutino, vespertino e noturno), são alunos trabalhadores que em sua maioria têm grandes compromissos sociais, famílias e outros que dificultam sua freqüência a escola..
A tendência filosófica que embasam as relações dessa escola é a dialética cuja abordagem sociointeracionista defendida por Piagget, Ana Teberoski e Paulo Freire melhor se aproxima da ideal para a educação de jovens e adultos.
Durante muito tempo, a reflexão sobre a educação de jovens e adultos
remetiam-nos, meramente as práticas e ações desenvolvidas por programas de
alfabetização de adultos, destinadas às pessoas que, durante sua infância, não
aprenderam a ler e escrever. Hoje múltiplos desafios se colocam nesse campo
exigindo de educadores, pesquisadores, formadores de políticas e equipes
pedagógicas uma nova abordagem para o planejamento e o desenvolvimento de ações
educativas para esses grupos. E nesta perspectiva vem sendo desenvolvido um
trabalho de toda a equipe do CEJA Alternativo cujo objetivo é proporcionar
condições favoráveis aos jovens e adultos do município de Juina, para a sua
inserção no concorrido mercado de trabalho.
ANDRAGOGIA
Ao verificar que os adultos tinham interesses e
necessidades (incluindo aqui as relações interpessoais), diferentes de uma
criança em idade escolar, surgiu o desejo de conhecer acerca de temas que leva
um ser humano, em idade adulta, a procurar continuadamente a educação e o
conhecimento, para ampliar e melhorar seu trabalho cotidiano e neste contexto.
Surgem estudos e pesquisas acerca destas práticas sobre as ações dos adultos no
ambiente de ensino – aprendizagem, vislumbrando assim a compreensão sobre a
necessidade de uma metodologia adequada referente ao tema
A disciplina Andragogia ainda não se firmou de
modo generalizado para atingir a condição de substituir a clássica Pedagogia no
campo da educação de adultos. Porém surge de forma mais propícia para subsidiar
as necessidades mais premente neste campo educacional somando-se aí e de modo
expressivo para nos conscientizar nos dias atuais.
Nesta seara, vislumbramos a possibilidade
de contribuir sobremaneira com os interessados sobre o tema e também com os
profissionais envolvidos no processo educacional especificamente aqueles
envolvidos na educação de jovens e adultos.
E no CEJA Alternativo de Juina a clientela é
composta de adultos que vivem essa realidade
no seu dia-a-dia. Portanto, estão sempre propensos a aprender algo que venha
contribuir para suas atividades profissionais ou para solucionar problemas
cotidianos. Abrindo-se aí espaço para o aprendizagem de novas habilidades,
valores e atitudes vivenciadas na vida real. Diante desta constatação a equipe
do CEJA tem adotado métodos de discussão em grupo, vislumbrando a aprendizagem
baseada em problemas ou em casos reais, sendo esta a justificativa para a
utilização, que por muitas vezes far-se-a necessária uma avaliação prévia sobre
as necessidades do grupo para que os problemas ou casos propostos e/ou
constatados estejam em sintonia com as demandas do grupo..
DESENVOLVIMENTO
E METODOLOGIA APLICADA
Para a construção deste artigo optei por uma abordagem qualitativa e quantitativa por exigir uma visão que valoriza um estudo dos processos e relações que recorre a metodologia científica permitindo traçar caminhos que tornará mais eficiente e eficaz os estudos possibilitando os meios e formas de concretização da trajetória a ser percorrida até o fim almejado.
Desenvolvemos então nossa opção metodológica neste estudo através de
questões avaliativas baseando-se nas palavras de Chizzotti (1991, p. 80), “valoriza
a contradição dinâmica do fato observado e à atividade criadora do sujeito que
observa, as oposições contraditórias, entre o todo e a parte e os vínculos do
saber e do agir com a vida social dos homens. O pesquisador é um ativo
descobridor do significado das ações e das relações que se ocultam nas
estruturas sociais”.
Neste caminho, pode-se compreender a contradição presente nas relações humana e social, do potencial criativo dos sujeitos e do conhecimento que, enquanto ato público, possibilita as mais variadas formas de relação e da ciência enquanto prática perpassada por ideologias diversas e também contraditórias. Assim, urge que a educação assuma seu papel de mediadora num contexto altamente transitório.
Ainda na perspectiva da pesquisa qualitativa que orienta esta
investigação, optei pela aplicação dos pressupostos do estudo de caso, já que
suas características fornecem a possibilidade de descobrir, descrever a
realidade de maneira completa e profunda, entender e interpretar de forma
contextualizada e analisar uma situação de forma distinta, a partir da relação
entre os sujeitos envolvidos no processo. E estas características comungam com
nossa intenção de buscar compreender a realidade presente na educação de jovens
e adultos.
Neste trabalho foi utilizada como instrumento de pesquisa, a pesquisa de
campo. Realizada no Ceja (Centro de Educação de Jovens e Adultos) que faz parte
da rede pública estadual, localizada na cidade de Juina MT, cujo objeto é
identificar as metodologias utilizadas pelos docentes da unidade escolar de
Educação de Jovens e Adultos. Assim, as informações coletadas se efetivaram
mediante a aplicação de um questionário, com as seguintes indagações:
Qual o perfil dos educandos do CEJA ALTERNATIVO?
Quais as metodologias utilizadas pelos docentes do CEJA ALTERNATIVO?
Quais as causas que levam os educandos do CEJA a desistência?
Quais propostas estão sendo desenvolvidas no CEJA
ALTERNATIVO com o intuíto de resgatar os educandos desistentes?
ANÁLISE DE
DADOS:
O CEJA ALTERNATIVO (Centro de Educação de Jovens e Adultos) da cidade Juina MT, recebeu uma clientela de 1750 alunos matriculados no início do ano de 2009, os quais foram divididos em 42 salas de aulas, divididos nos três períodos: matutino, vespertino e noturno. Formado majoritariamente por alunos trabalhadores do setor da indústria, comércio, prestação de serviços e outros provenientes do setor agrícola do município.
A unidade escolar desenvolve suas atividades metodológicas por área de conhecimento, assim distribuídas: área de conhecimentos Humanos; área de conhecimentos Naturais e matemática e área de Linguagem. Além do atendimento por disciplina.
Trabalho este que é efetivado de forma integrado entre as áreas de conhecimento, facilitando assim o processo de ensino/aprendizagem da clientela que freqüenta esta unidade escolar.
Pois esta se realiza de forma interativa no desenvolvimento dos projetos realizados no interior da escola quando estes são elaborados de acordo a realidade dos mesmos. Trabalho que tem seu ponto alto com a exposição dos temas abordados em forma de seminários com a participação de toda a comunidade escolar.
Embora todos os esforços sejam envidados no sentido de atender e manter o maior número de alunos possíveis no interior da escola, esta passa por dificuldades em razão do elevado índice de evasão. Desistências estas motivadas em virtude da instabilidade de emprego existentes no município; compromissos familiares; do trabalho desenvolvido e como conseqüência o cansaço; baixa auto-estima. Soma se a isso o exame supletivo de massa.
Por outro lado a equipe docente atenta a todas essas peculiaridades tem trabalhado no sentido de promover aulas atrativas e que tenham significado para a vivência diária dos educandos, trabalho este que se realiza em forma de oficinas com temas sugeridos pelos próprios alunos, além é claro de manter um diálogo forte no interior da unidade escolar com os educandos, cujo objetivo é descobrir e tentar uma solução plausível para os problemas individuais onde o intuíto é resgatar os alunos evadidos.

CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Com a realização da pesquisa foi possível perceber que os alunos do (EJA), possuem uma visão crítica sobre os conceitos que envolvem a Metodologia aplicada no CEJA. Pude identificar isto por meio dos relatos realizados pelos alunos durante o meu trabalho em sala de aula, ou seja, cheguei a tais resultados mediante a coleta dos dados apurados sobre as respostas dos sujeitos participantes da pesquisa.
Assim, analisando a importância da metodologia para a Educação de Jovens e Adultos. Portanto, Isso refletiu consideravelmente na diminuição do número de alunos retidos, desistentes e reprovados conseqüentemente. Destarte a aplicabilidade da práxis que alia a teoria a pratica consubstanciada na realidade dos alunos com aulas atrativas através de oficinas e aulas culturais onde os alunos participam da elaboração e programação do que aprender e como aprender em forma de projetos e pesquisas tais como: meio ambiente, folclore, semana literária, consciência negra e outros. Que se realiza por intermédio da metodologia aplicada envolvendo o trabalho por área de conhecimento com plantões e o atendimento por disciplina que se dá de forma individualizada.
Neste contexto é de substancial
importância que os professores que atuam em educação de Eja escolham temas que
envolvam aspectos reais do cotidiano dos educandos oportunizando-os a
interpretar, compreender o enunciado, utilizar informações dadas e estabelecer
relações e enfrentar as situações novas e variadas. Nessa concepção, vale
ressaltar a utilização dos conhecimentos prévios, que os educandos da Eja
trazem consigo para a sala de aula, como também relacioná-los com o cotidiano,
pois, entendo que não se pode construir um conhecimento sem a formação dos
conceitos envolvidos.
Para isso, é necessário considerar os envolvidos na relação dos conceitos
existindo assim o diálogo, a troca entre o aluno, o professor e o conhecimento.
REFERÊNCIAS:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O
que é o método Paulo Freire. São Paulo: Brasiliense, 1994.
CARNEIRO, Moacir Alves. LDB
fácil: leitura crítica-compreensiva:
artigo. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1998.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa
em ciências humanas e sociais.São Paulo: Cortez, 1991.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do
Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
____________. Educação como
prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
GADOTTI, Moacir & ROMÃO, José
E. (org.). Educação de jovens e adultos:
teoria, prática e proposta.São Paulo: Cortez, Instituto Paulo Freire, 2000.
MOURA, Tânia Maria de Melo. A
prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos: contribuições de
Freire, Ferreiro e Vygotsky. Maceió: EDUFAL, 1999.
PAIVA, Vanilda Pereira. Educação Popular e Educação de Adultos. São
Paulo: Loyola, 1987.
SANTOS, Renato Aquino dos. Educação
e Extensão: Domesticar ou
Libertar?
Autora: LIDINALVA DOS SANTOS CALIARE
Montagem: Vitorio





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